Cairo, 8 abr (EFE).- Pelo menos 25 pessoas morreram nesta sexta-feira na Síria, 17 delas na cidade meridional de Deraa, após as forças de segurança reprimirem manifestações realizadas em diversos pontos do país, informou à Agência Efe um ativista de direitos humanos sírio.
O ativista e advogado Haizam Maleh afirmou que a maioria das cidades da Síria são palco de protestos pacíficos contra o regime de Bashar al-Assad, que estão sendo duramente reprimidos pelas forças da ordem.
Em conversa por telefone de Damasco, Maleh indicou que cerca de 25 pessoas morreram em Deraa e em diferentes localidades dos arredores de Damasco.
"A Polícia e os agentes secretos disparam diretamente contra os manifestantes", denunciou o ativista.
Por sua vez, o expresso político Yasser Hajj Saleh assegurou também à Agência Efe que "as manifestações se generalizaram na maioria das cidades do país".
Entre os lugares nos quais foram realizados protestos, Saleh citou as cidades litorâneas de Latakia e Tartus, Homs, ao norte de Damasco, e a cidade setentrional de Kameshli.
Além disso, o expresso confirmou a morte de 17 pessoas em Deraa e assinalou que entre as vítimas há dois médicos.
Previamente, um morador dessa localidade disse à Agência Efe que o Exército sírio tinha disparado contra os manifestantes para tentar dispersar os milhares de pessoas que após a oração muçulmana do meio-dia iniciaram marchas de protesto, causando pelo menos quatro mortos.
A agência oficial de notícias "Sana" informou que um motorista de ambulâncias e um policial morreram em Deraa e que dezenas de civis e policiais sofreram ferimentos com os disparos de homens armados sem identificar.
A Síria é palco desde meados de março passado de protestos políticos, que, segundo diferentes ONG, já deixaram mais de cem mortos. EFE
Em conversa por telefone de Damasco, Maleh indicou que cerca de 25 pessoas morreram em Deraa e em diferentes localidades dos arredores de Damasco.
"A Polícia e os agentes secretos disparam diretamente contra os manifestantes", denunciou o ativista.
Por sua vez, o expresso político Yasser Hajj Saleh assegurou também à Agência Efe que "as manifestações se generalizaram na maioria das cidades do país".
Entre os lugares nos quais foram realizados protestos, Saleh citou as cidades litorâneas de Latakia e Tartus, Homs, ao norte de Damasco, e a cidade setentrional de Kameshli.
Além disso, o expresso confirmou a morte de 17 pessoas em Deraa e assinalou que entre as vítimas há dois médicos.
Previamente, um morador dessa localidade disse à Agência Efe que o Exército sírio tinha disparado contra os manifestantes para tentar dispersar os milhares de pessoas que após a oração muçulmana do meio-dia iniciaram marchas de protesto, causando pelo menos quatro mortos.
A agência oficial de notícias "Sana" informou que um motorista de ambulâncias e um policial morreram em Deraa e que dezenas de civis e policiais sofreram ferimentos com os disparos de homens armados sem identificar.
A Síria é palco desde meados de março passado de protestos políticos, que, segundo diferentes ONG, já deixaram mais de cem mortos. EFE
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