"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos." (2 Timóteo 3) QUE SERÁ SEGUIDO DE CONFLITOS DE TODOS OS LADOS, ISTO É: POLÍTICO, RELIGIOSO E SOCIAL.
Catástrofes Naturais São Sinais da Ira de Deus?
Terremotos,
tornados, tsunamis, tempestades, deslizamentos, aquecimento global.
Este é só o começo de uma vasta lista de catástrofes naturais que
o mundo tem acompanhado nos últimos anos. Nunca se viu mudanças tão
rápidas e com efeitos tão devastadores como nos dias de hoje. Mas,
por que tudo tem de ser considerado castigo divino ou ação
diabólica?
As leis da natureza explicam os desastres
naturais. O maior responsável pelo desequilíbrio ambiental é o ser
humano. A poluição dos rios e mares, o desmatamento, as construções
irregulares em encostas, os lixos jogados na mata e o aumento da
emissão dos gases gerando o efeito estufa, ações provocadas pelo
homem, são os principais agentes de tantas calamidades e tristeza.
Segundo o
representante da Swiss Re Brasil, Rolf Steiner, autor da palestra
Meio Ambiente e Seguros de Catástrofes, os efeitos das catástrofes
naturais são agravados pelas ações humanas por meio de
comportamentos inconsequentes e negligentes, como a impermeabilização
dos solos e as construções em leitos de cheias. Ele ainda informou
que as dez piores catástrofes naturais registradas ao longo de 2010
ocorreram nos países em desenvolvimento, deixando um rastro de quase
300 mil mortos ou desaparecidos.
Durante muitos séculos, as catástrofes (sismos, erupção de vulcões, furacões, cheias) eram menos comuns, mas a revolução industrial, que aumentou a emissão de gazes tóxicos e o despejo de poluentes no meio ambiente, provocou um aumento considerável de catástrofes súbitas. Esses cataclismos imprevisíveis resultam em prejuízo humano, na morte de várias vítimas inocentes, bem como em prejuízos econômicos, visto que, por vezes, cidades inteiras e toda a sua infra-estrutura são destruídas.
Quantas vezes você já assistiu na televisão a reportagens sobre o grande número de animais mortos no leito seco dos rios, ou então sobre o derretimento das geleiras, o que aumenta o nível do mar? Se o ser humano respeitasse as leis da natureza, a biodiversidade não seria prejudicada, e a frequência de desastres naturais seria infinitamente menor.
É claro que Deus é absolutamente soberano e tem o controle de todas as coisas, mas isso não significa que é Ele quem produz os desastres, afim de castigar a humanidade, como fez enviando o Dilúvio, para inundar a terra (Gênesis 6), e fogo em enxofre, para destruir Sodoma e Gomorra (Gênesis 19). Também não se pode afirmar que esses desastres sejam obras malignas, como vemos em Jó 1.16,19, embora eles sejam um sinal do fim dos tempos, o princípio das dores, conforme revelado em Mateus 24.6-8.
Durante muitos séculos, as catástrofes (sismos, erupção de vulcões, furacões, cheias) eram menos comuns, mas a revolução industrial, que aumentou a emissão de gazes tóxicos e o despejo de poluentes no meio ambiente, provocou um aumento considerável de catástrofes súbitas. Esses cataclismos imprevisíveis resultam em prejuízo humano, na morte de várias vítimas inocentes, bem como em prejuízos econômicos, visto que, por vezes, cidades inteiras e toda a sua infra-estrutura são destruídas.
Quantas vezes você já assistiu na televisão a reportagens sobre o grande número de animais mortos no leito seco dos rios, ou então sobre o derretimento das geleiras, o que aumenta o nível do mar? Se o ser humano respeitasse as leis da natureza, a biodiversidade não seria prejudicada, e a frequência de desastres naturais seria infinitamente menor.
É claro que Deus é absolutamente soberano e tem o controle de todas as coisas, mas isso não significa que é Ele quem produz os desastres, afim de castigar a humanidade, como fez enviando o Dilúvio, para inundar a terra (Gênesis 6), e fogo em enxofre, para destruir Sodoma e Gomorra (Gênesis 19). Também não se pode afirmar que esses desastres sejam obras malignas, como vemos em Jó 1.16,19, embora eles sejam um sinal do fim dos tempos, o princípio das dores, conforme revelado em Mateus 24.6-8.
SUGESTÕES
DE LEITURA:
Gênesis
6—8; 19; Jó 1; Ezequiel 38; Mateus 24; Lucas 21.5-36; Apocalipse
6; 9; 16.
Autor:
Pr Silas Malafaia
Enviado
por e-mail
Quem incendiou Roma?
O incêndio de Roma tem boa parte de sua polêmica centrada na figura do imperador Nero
Por Rainer Sousa
O grande incêndio a
cidade de Roma,
acontecido na noite de 18 de julho de 64, aparece como
um dos mais famosos e instigantes crimes de toda a Antiguidade. Afinal de
contas, vivendo uma época de esplendor e prosperidade, quais seriam as
motivações que motivaram a realização de tal ato? Mediante essa pergunta, a
figura do controverso imperador Nero aparece como chave para uma resposta ainda
debatida entre especialistas e historiadores.
Conhecido como imperador tirano e
autoritário, Nero ascendeu ao poder em Roma com apenas dezessete
anos de idade e desde então conviveu com as várias artimanhas e conspirações que
rondava seu alto posto. Ao mesmo tempo em que vivia com a ameaça de seus
opositores, ficava conhecido pela realização de gastos exagerados, realizavam
grandes orgias e promovia outras ações exageradas que determinavam a figura de
um imperador fortemente questionado.
Sobre o terrível incêndio, muitos diziam
que ele teria sido mais um dos frutos daquela mente perturbada e manipuladora.
Para alguns ele haveria ordenado secretamente o incêndio criminoso para somente
embelezar algumas partes da cidade de Roma que não o agradavam. Por outro, a
mesma ação desastrosa seria executada com o objetivo de incriminar os cristãos,
que não se submetiam ao reconhecimento o imperador como uma figural passível de
devoção religiosa.
Nesta perspectiva que incrimina o
imperador, teríamos a confirmação de que o poder em Roma estava submetido a
ações que hoje escandalizam a muitos. Além disso, os relatos que diziam que Nero
tocava displicentemente sua harpa enquanto a cidade ardia em chamas, contribui
para a falência moral de sua imagem. Contudo, uma nova interpretação
historiográfica visa empreender outra leitura que se afasta do encontro de tão
vil governante.
Atualmente, pesquisas recentes afirmam que
Nero não se encontrava nas imediações de Roma quando o grande incêndio
aconteceu. Ele se encontrava em sua residência de Ânico, à aproximadamente
cinquenta quilômetros de distância da capital do império. Assim que soube da
terrível fatalidade, tomou as providências necessárias para que os danos fossem
aplacados na medida do possível. Contudo, vários romanos juravam ter visto
servos do imperador distribuindo os focos de incêndio pela
cidade.
Por fim, devemos salientar que o próprio
Nero era questionado por setores na nobreza que não aprovavam a sua atuação
política como imperador. Alguns meses após o grande incêndio, que inclusive
afetou algumas das moradias imperiais – como recém-construído “Domus
Transitória” e outras construções no Palatino – Nero foi alvo de um terrível
complô que de fim à sua vida. De tal modo, vemos que outros interesses e
suspeitos também estariam próximos àquelas polemicas e destrutivas
chamas.
Enviado por e-mail
Assinar:
Postagens (Atom)
-
SENHOR, tu me sondaste, e me conheces. Salmos 139:1 Vote em Bolsonaro 17 BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS! +++ +...
-
Confusão É O Fruto Dos Enganadores M.M A Verdade é a força mais poderosa da Terra. Ela não pode ser alterada. Seja honesto. Estime ...
-
Apocalipse 11:15 se cumprirá: O sétimo anjo tocou seu shofar, e houve fortes vozes no céu, dizendo: "O reino do mundo se torn...
-
Portanto, imitem a Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também o Messias nos amou; na verdade, ele se entregou a nosso favor c...
-
Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Tiago 4:7 Não deis lugar ao diabo. Efésios 4:27
-
minilua Este artigo foi publicado há mais de um mês. Em 1859, uma enorme TEMPESTADE solar fez com que praticamente todo o sistema de telé...
-
O SAPO > é um símbolo da concupiscência e a avareza. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. (I Timóteo 6:10). Exis...
