Temer afirmou que retorno será uma 'homenagem' aos protestos
Em seguida, volta a Brasília. "A nossa Constituição garante o direito à mais ampla manifestação. É preciso que os protestos sejam ouvidos." A viagem de Temer a Israel começou na terça-feira (18), e era programada até a manhã de sexta-feira, com a visita a um campo de refugiados palestinos. Além do encontro com Livni, ficou de fora a reunião com Rami Hamdallah, primeiro-ministro palestino, e a visita ao mausoléu de Yasser Arafat.
Temer fez recentemente viagens semelhantes a outros países da região, como Líbano e Qatar. "Estou dando sequência à aproximação brasileira com esses países", disse. "Em Israel, temos uma posição pela paz e pela harmonia dos povos." Temer diz que a antecipação de seu retorno, após acompanhar as notícias a distância, foi uma decisão tomada entre ele e seus assessores, e não por pedido do governo.
Por: Folhapress
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