Assad afirma que ação ocidental pode provocar terremoto


Os militantes pró-democracia voltaram a convocar novas manifestações após um dia violento, para exigir que a Liga Árabe suspenda a Síria.
"As milícias de Assad nos matam há oito meses. Nos prendem e nos despedaçam com granadas. E vocês, árabes, fixados no discurso, o que têm feito?", escreveu um militante no Facebook.
O jornal Al-Qabas (Kuwait) informou que a delegação ministerial da Liga Árabe advertiu os dirigentes sírios na quarta-feira em Damasco que o fracasso da mediação do grupo "provocaria uma internacionalização da crise", incluindo um embargo econômico.
A delegação pediu a Assad que se comprometa com um calendário preciso de reformas, aceite uma reunião de representantes oficiais com a oposição no exterior e acabe com a violência, segundo o jornal.
Uma reunião foi agendada para este domingo em Doha entre a delegação da Liga Árabe e autoridades sírias.
Em uma entrevista ao jornal britânico Sunday Telegraph, Assad afirmou que será criado "outro Afeganistão" se as forças estrangeiras decidirem intervir na Síria como fizeram na Líbia, em uma revolta que terminou com a morte de Muamar Kadhafi.
"A Síria é agora o eixo desta região, a linha de falha, e se jogarem com ela acontecerá um terremoto. Querem ver outro Afeganistão, ou dezenas de Afeganistão?", afirmou Assad em Damasco, segundo um correspondente do jornal.
"Qualquer problema na Síria incendiará toda a região. Se o plano é dividir a Síria, isto dividirá a região em seu conjunto", advertiu.
Ele fez os comentários depois de vários pedidos de adoção de uma zona de exclusão aérea na Síria, como aconteceu na Líbia, e após a intensificação, sexta-feira e sábado, da violência no país, com um balanço de dezenas de militares mortos.
Assad afirmou que suas forças cometeram "muitos erros" no primeiro momento da revolta contra seu regime e insistiu que as ações agora são dirigidas apenas contra os "terroristas".
Também afirmou que a Síria respondeu de forma diferente aos líderes de países como Egito, Tunísia e Líbia, onde os regimes foram derrubados este ano, e insistiu que deu início a reformas.
Os confrontos entre soldados, oficiais das forças de segurança e desertores foram intensos no sábado na Síria, com um saldo de 47 mortos em 24 horas entre as tropas do regime, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
A repressão na Síria provocou, desde 15 de março, segundo a ONU, mais de 3.000 mortes.
Também neste domingo, Assad afirmou a um canal de televisão russo que conta com o apoio de Moscou.
O presidente russo Dmitri Medvedev afirmou a Assad que ele deve aceitar reformas ou renunciar ao poder. No entanto, a Rússia mantém o apoio a Síria no Conselho de Segurança da ONU e vetou resoluções que pediam sanções mais duras contra Damasco.
O emissário da China no Oriente Médio, Wu Sike, declarou no Cairo que advertiu o regime sírio em uma recente visita a Damasco sobre o perigo da continuidade da repressão.
"Esta situação não pode continuar. O regime de Bashar al-Assad tem que respeitar e responder às aspirações e reivindicações legítimas do povo sírio", disse.

Jihad Islâmica afirma estar comprometida com trégua em Gaza

A Jihad Islâmica está comprometida com a trégua estabelecida sob a mediação do Egito, após um dia de extrema violência que deixou 10 mortos, nove palestinos e um israelense, afirmou neste domingo um de seus dirigentes.
"A Jihad Islâmica está comprometida com a trégua enquanto a ocupação estiver comprometida com ela", afirmou um dirigente, que pediu anonimato, à AFP .
"Esta decisão foi adotada depois dos esforços egípcios para convencer os grupos da resistência, especialmente os líderes da Jihad Islâmica, em Damasco", acrescentou a fonte.
Os grupos palestinos de Gaza se comprometeram a restabelecer um cessar-fogo neste domingo com Israel, depois de um sábado violento que terminou com nove palestinos e um israelense mortos, segundo fontes ligadas ao Hamas e à Jihad Islâmica.
A trégua entraria em vigor neste domingo a partir das 6H0O (2H00 de Brasília).
Mas a polícia israelense informou que projéteis continuavam sendo disparados contra o sul do Estado hebreu, inclusive depois do horário programado para o início do cessar-fogo.
O porta-voz da polícia israelense, Micky Rosenfeld, afirmou à AFP que 12 foguetes foram disparados contra Israel desde a noite de sábado.




João Carlos Marques - Ressurreição - MORTO POR 30 MINUTOS

Pastor afirma que morreu e conversou com Jesus no céu

Pr. Dr. João Carlos Marques, advogado, professor e pastor evangélico, casado, natural de Rio Grande/RS. Ministro do Evangelho, conferencista internacional, já percorreu mais de 87 países testemunhando de sua experiência de morte e ressurreição.

Ficou 30 minutos morto ao lado dos médicos e viu Jesus Cristo pessoalmente.

Então pela primeira vez o anjo me falou: "Não faças isso! Teu cérebro não recebe oxigênio há trinta minutos. Afaste-se". O anjo tirou a espada, golpeou meu corpo no ombro direito e depois no esquerdo e finalmente golpeou minha cabeça. Meu corpo estremeceu, assustando os que estavam à volta. Então ele me disse que já podia entrar, minhas enfermidades tinham sido curadas. O anjo se retirou. Daquele momento em diante voltei a viver normalmente com plena saúde.

Hoje, cada novo dia é para mim um milagre de Deus. Glorifico-o por essa extraordinária experiência, e por tudo quanto fez em minha vida!



Jovem em coma após ser incendiada em Ritual Satânico

Foto/Imagem Jovem em coma após ser incendiada em Ritual Satânico Noticia ReligiãoUma jovem sul africana de 18 anos de idade está em coma depois que ela e uma amiga foram incendiadas em um ritual satânico, informou a imprensa local segunda-feira.
Kirsty Theologo "está com cirurgia programada para terça-feira após ter 75 por cento de seu corpo queimado da cintura para cima", sua irmã, Samantha Theologo, disse ao Daily News (Diário de Notícias Locais). Os médicos estão preocupados com a recuperação de Kirsty Theologo, porque seus pulmões e garganta foram danificados.
Kirsty Theologo e sua amiga de 16 anos de idade, foram com um grupo de cinco meninos e três meninas para um morro conhecido como um ponto de encontro de adolescentes na noite de sexta-feira, de acordo com Samantha. Os adolescentes dizem que a colina é um lugar bem conhecido onde os adolescentes vão para beber nos fins de semana, segundo o jornal local.
A família da outra vítima, que está se recuperando em um hospital privado, disse à família Theologo, que os garotos tinham decidido que as duas seriam sacrificadas numa espécie de ritual satânico, de acordo com o Daily News.
Samantha Theologo disse que os meninos derramaram gasolina sobre Kirsty e puseram fogo. Quando a amiga de 16 anos de idade tentou apagar as chamas rolando Kirsty na areia, ela também foi queimada.
O grupo então se dispersou e fugiu. "Mesmo no estado em que estava, minha irmã caminhou para um local seguro", Samantha Theologo disse ao jornal. "Ela caminhou até a Rosettenville - cerca de 2 km de distância."
"Eu não estava em casa, mas minha mãe disse-me que encontrou a minha irmã no banheiro lavando o rosto. Minha mãe disse que era horrível ", disse ela, chamando a situação de "um pesadelo ". Uma fonte médica disse à Star que os adolescentes foram levados para Hospital Rand Sul por seu pastor, e de lá, transferidos para outros hospitais. A fonte disse que uma terceira menina teve sua mão cortada pelos garotos e segurando-a sobre uma Bíblia para que o sangue ser absorvido e ensopasse a Bíblia, enquanto Kirsty Theologo estava sendo queimada.
O capitão Pinky Tsingane, porta voz da polícia da província disse que as meninas foram amarradas e que havia especulações de que o ataque foi um ritual satânico, mas que ainda precisava investigar, de acordo com o Daily News.
Um processo de tentativa de homicídio foi aberto.
Na segunda-feira tarde, dois meninos, com idades entre 19 e 21, entregaram-se na delegacia Booysens, disse Tsingane.
Fonte: The Christian Post / noticias cristas

Ex-prostituta solta a bomba: 'Fiz vários programas com padres e pastores'

Foto/Imagem Ex-prostituta solta a bomba: 'Fiz vários programas com padres e pastores' Noticia Brasil
Lançando livro sobre religião, Vanessa de Oliveira conta que achava que ia pro inferno e que rezava enquanto fazia sexo com clientes .A escritora internacional e ex-garota de programa Vanessa de Oliveira lança seu quinto livro, Reunião de Bruxas - O Livre Arbítrio é Sagrado, que aborda religião e traz detalhes curiosos da sua vida sexual, como já ter transado com padres e pastores.
Vanessa afirma que sempre foi religiosa. "As pessoas pensam que alguém ligado ao sexo está alienado do mundo espiritual. Garotas de programa acreditam em Deus também. Neste livro, eu faço uma reflexão sobre Deus. Todos têm uma missão, mas depende de você. Deus não julga e não determinou que eu fosse garota de programa. Foi escolha minha", diz a escritora.

Achava que ia para o inferno

Durante seus cinco anos na prostituição, Vanessa teve como clientes padres e pastores. "Fiz vários programas com alguns padres e pastores, nem por isso eles eram pessoas ruins. Muitos líderes religiosos não têm conduta exemplar. Eles sentem o chamado de Deus e fazem os votos. Mas não têm experiência sexual e necessitam de sexo. Lá dentro da igreja, eles veem que o celibatário é uma bobagem. O mais importante é o trabalho na igreja, não se eles fazem sexo. Muitos acabam contratando garotas de programa", conta ela, que sofreu crises existenciais e achava que iria para o inferno. "No primeiro ano de trabalho, eu me julgava e achava que ia para o inferno por fazer programas. Todas as vezes que procurei a igreja, a porta estava fechada, porque passava das 18h. O que me trouxe alívio foi o livro de espiritismo de Allan Kardec", lembra.

‘Rezava transando com os clientes'

Vanessa de Oliveira não se considera pecadora porque foi garota de programa. "Não sou pecadora por isso. Tenho outros pecados. Toda mulher que gosta de sexo reza. Quantas vezes eu rezava para mim transando com os meus clientes. Eu rezava Pai-Nosso e Ave-Maria ou contava 1, 2... Ou contava quanto de dinheiro tinha conseguido naquele dia e o que eu iria comer quando eu saísse dali. Era só o meu corpo que estava ali", conta ela, que teve um cliente dentista que gostava de se vestir de padre e outro, médico, que fingia ser ele a freira e ela o padre.
O livro narra o encontro de cinco bruxas através dos séculos com a missão de revelar as leis universais da magia. O lançamento será no próximo dia 31, Dia das Bruxas, em Sampa.
Autor: aleria Souza
Fonte: One.meiahora.com

Palestinos de Gaza querem trabalhar na Líbia pós-Gaddafi

GAZA, 24 de outubro, 10h20 (Reuters) - Cerca de 5.000 palestinos desempregados se cadastraram na última semana em um sindicato de Gaza, candidatando-se a empregos na Líbia pós-Gaddafi, informaram sindicalistas locais na segunda-feira.
Segundo cifras da ONU, o desemprego na Faixa de Gaza, um território administrado pelo grupo islâmico Hamas e que sofre bloqueio de Israel, está em 45 por cento.
"Nos disseram que um cadastramento está sendo feito para empregos na Líbia, então vim deixar meu nome", disse o lavrador Ashraf Abu Halloub, de 25 anos, na sede da Federação Geral de Sindicatos Palestinos.
Centenas de palestinos que trabalhavam na Líbia retornaram aos territórios palestinos quando começou o levante contra os 42 anos de governo de Muammar Gaddafi, em fevereiro.
Agora, muitos na Faixa de Gaza esperam que a morte de Gaddafi, na semana passada, leve à estabilidade na Líbia e ao lançamento de obras de reconstrução onde possam trabalhar.
Umm Ashraf, de 50 anos, disse que tinha ido ao sindicato para renovar seu seguro-saúde, mas que também aproveitou a oportunidade para cadastrar seu marido para possíveis empregos na Líbia.
"Ele trabalhava em Israel e agora está desemprego", disse ela.
Dezenas de milhares de pessoas da Faixa de Gaza trabalhavam em Israel antes do levante palestino de 2000.
"Não tenho restrições ao tipo de emprego. Só espero que haja trabalho", disse o taxista de 49 anos Sami Abu Sitta, que se cadastrou no sindicato na segunda-feira.

(Reportagem de Nidal Almughrabi)

Terremoto na Turquia deixou 264 mortos e 1.300 feridos

De acordo com o governo, mais de 900 prédios desabaram em consequência do terremoto e de tremores secundáriosO forte terremoto que atingiu no domingo a província oriental turca de Van, localizada próximo ao Iraque, deixou 264 mortos e 1.300 feridos, segundo o mais recente registro oficial divulgado nesta segunda-feira, enquanto os socorristas mantinham sua busca desesperada por sobreviventes em meio aos escombros.

Fotos: Terremoto na Turquia
O último balanço subiu para 264 mortos, segundo o ministro do Interior, Idris Naim Sahin, citado pelas redes de televisão. O registro anterior era de 239 mortos e 1.300 feridos.
O gabinete oficial de situações de emergência registrou 970 edifícios desabados na região da catástrofe.
Cerca de cem pessoas morreram na cidade de Van, no limite da província de mesmo nome, e 117 no distrito de Ercis, a zona mais devastada, declarou o ministro turco do Interior.
O terremoto, de magnitude 7,2, é o mais forte dos últimos anos na Turquia, afetada frequentemente por tremores.
Em Ercis, um fotógrafo da AFP viu danos generalizados nesta localidade de aproximadamente 100.000 habitantes, onde por volta de cem de edifícios desabaram.
Muitos moradores abandonaram a cidade, que está sem luz e água.
Nas cidades de Van e de Ercis, as mais próximas ao local do epicentro, os socorristas se esforçavam para ajudar possíveis sobreviventes em meio aos escombros.
As equipes trabalharam por toda a noite, sob um forte frio, utilizando apenas tochas e geradores, enquanto sobreviventes desabrigados se reuniam em volta de fogueiras ou acampavam, com uma temperatura que não superava os 2°.
O Crescente Vermelho instalou barracas nesta cidade e distribuiu alimentos.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que reunirá na segunda-feira o seu governo, visitou esta cidade à noite para medir a magnitude dos estragos, quando a organização dos trabalhos de resgate parecia mais eficaz em comparação aos terremotos anteriores.
Centenas de socorristas com cães farejadores tentavam encontrar sobreviventes 24 horas depois do tremor.
As pessoas subiam em amontoados de escombros de cimento gritando: "Tem alguém aí?". A polícia tentava afastar os curiosos, enquanto os motoristas de ambulâncias abriam caminho transportando pessoas retiradas dos escombros.
A AFP viu em Ercis socorristas que retiravam pelo menos quatro pessoas vivas, embora também levassem cadáveres.
Pelo Twitter, moradores pediram às autoridades que fossem a locais precisos. "Avenida Alkanat, apartamento Vural, Ercis: duas professoras presas nos escombros", indicava uma das mensagens.
Edifícios de vários andares desabaram, enquanto as casas de apenas um piso ficaram intactas.
Ahmet Yakut, da Universidade do Oriente Médio (Odtü), em Ancara, explicou esta situação pelo fato de as normas sísmicas de construção não terem sido respeitadas.
"Cada andar reduz a resistência de um edifício quando não tem proteção contra tremores", afirmou ao canal NTV, antes de criticar a falta de controle das autoridades locais. Apenas 9% das casas têm seguro contra terremotos na região, completou.
"A Turquia não é um país preparado para os tremores, pela qualidade das construções. Não aprendemos as lições da catástrofes anteriores", lamentou o sismólogo Tugrul Tankut.
Quase 1.300 integrantes das equipes de resgate, 145 ambulâncias, seis batalhões do Exército e meios aéreos foram enviados às áreas do desastre.
Na cidade de Van, com rico patrimônio histórico, situada nas margens de um lago cercado por montanhas, os 380.000 habitantes sentiram com força o tremor.
Vários estudantes da universidade da cidade são considerados desaparecidos.
Dois violentos terremotos nas regiões ricas do noroeste da Turquia deixaram quase 20.000 mortos em 1999.
Em 1976, um terremoto provocou mais de 3.800 mortes na província de Van.

Primeiro foguete russo decola na América do Sul - Vídeo - VEJA.com

Primeiro foguete russo decola na América do Sul - Vídeo - VEJA.com

Otan confirma que restam pequenos focos de resistência na Líbia

Bruxelas, 18 out (EFE).- A Otan confirmou nesta terça-feira que as forças do Conselho Nacional de Transição (CNT) da Líbia já controlam a maior parte das cidades de Sirte e Bani Walid, últimos focos de resistência do antigo regime, e que o fim de sua operação na Líbia está "próximo".
Segundo o porta-voz da missão, Roland Lavoie, a Aliança do Atlântico Norte considera que, apesar da "luta em pequena escala" que continua em ambas localidades, as forças de Muammar Kadafi já não representam uma ameaça generalizada para a população.
Lavoie informou em entrevista coletiva que ainda existem "pequenos focos" de resistência, mas ressaltou que os kadafistas já não têm capacidade para coordenar ações ofensivas.
Após a conquista de Bani Walid na segunda-feira, Sirte é o último bastião das forças do antigo regime, embora mantenham apenas o controle de algumas áreas da cidade.
"A situação em Sirte é de luta armada urbana limitada ao perímetro de poucos edifícios", explicou o porta-voz, insistindo que os combates acontecem em uma "área muito pequena".
A Otan, no entanto, não tem intenção de terminar sua missão de forma imediata. "O final se está aproximando", explicou a porta-voz da Otan Carmen Romero, ressaltando, no entanto, que é "prematuro" fixar um calendário, como indicou na sexta-feira passada o secretário-geral da Aliança, Anders Fogh Rasmussen.
Os países da Otan pactuaram que a missão chegará a seu fim quando for cumprida uma série de condições no terreno, principalmente que não haja uma ameaça para a população civil e que as novas autoridades sejam capazes de garantir a segurança.
Nesse sentido, a Aliança anunciou hoje que a Líbia começará a operar o tráfego aéreo na área de Benghazi (leste do país), com a intenção de fazer o mesmo no resto de seu espaço aéreo após a retirada da Otan.
Embora não tenha sido discutida, uma das saídas pelas quais a Otan poderia optar é a de não terminar completamente sua operação e manter, por exemplo, a vigilância marítima que realiza no Mediterrâneo, indicaram fontes aliadas.
"É cedo demais para dizer alguma coisa, é algo que os embaixadores terão que discutir com base na análise militar", frisou Carmen Romero. EFE

França acredita que operação militar na Líbia pode ser encerrada

Paris, 21 out (EFE).- O ministro das Relações Exteriores francês, Alain Juppé, afirmou nesta sexta-feira que, após a morte de Muammar Kadafi, a França acredita que a operação militar da Otan na Líbia pode ser considerada "finalizada".
"Acho que se pode dizer que a operação militar terminou, que todo o território líbio está sob o controle do Conselho Nacional de Transição (CNT) e que, faltando alguma medida transitória nesta próxima semana, a operação da Otan chegou a seu fim", indicou o ministro.
Questionado pela emissora francesa "Europe 1", Juppé acrescentou que a operação "deve ser finalizada porque nosso objetivo de acompanhar as forças do Conselho na libertação de seu território foi possível".
Para o titular da diplomacia francesa, que se encontra em viagem pela Índia, "os líbios têm agora o destino em suas mãos e corresponde a eles decidir se a guerra civil acabou".
Juppé acrescentou que a intenção da coalizão não era matar Kadafi, "mas obrigá-lo a deixar o poder", e que correspondia ao CNT capturá-lo e julgá-lo.
"Não vamos derramar lágrimas por Kadafi, já que fora proposto em diversas ocasiões que pusesse fim às hostilidades", reconheceu o ministro.
O ministro acrescentou que a França e a coalizão ajudarão a Líbia nesta etapa de reconstrução, tanto em benefício do próprio país como da comunidade internacional, porque "pode ser um fator de estabilidade na região".
A Otan deve realizar a partir das 11h (horário de Brasília), em Bruxelas, uma reunião extraordinária para estudar o fim de sua operação militar na Líbia. EFE

Europa aposta todas as fichas na cúpula de domingo em Bruxelas

Barroso disse que "estamos em um momento crucial para o futuro do euro e da Europa"A Eurozona aposta todas as suas fichas na cúpula europeia do próximo domingo, na qual apresentará uma bateria de medidas para remediar a crise da dívida e evitar a recessão mundial, priorizando a blindagem de seu sistema financeiro diante de uma eventual quebra da Grécia.
"O destino da Europa é jogado em Bruxelas", declarou o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
Os líderes europeus tentarão entrar em acordo sobre a recapitalização dos bancos europeus, sobre a dotação de mais capital ao fundo de resgate europeu e o alcance de um eventual default da Grécia.
A cúpula será precedida de uma reunião dos 17 ministros das Finanças da Eurozona na sexta-feira e dos 27 da UE no sábado. A ideia é chegar com uma "resposta contundente" à cúpula dos países industrializados e emergentes do G20 nos dias 3 e 4 de novembro.
A cada dia que passa aumentam os indícios de um default da dívida da Grécia, que alcançou os 350 bilhões de euros (170% de seu PIB).
Um default transferiria parte dos custos do endividamento da Grécia aos seus credores. Fontes europeias falam que o setor privado (bancos e fundos de investimento) terá que aceitar uma redução da dívida de cerca de 60%, o que, para especialistas, não é nada além de uma declaração de insolvência.
Na cúpula de 21 de julho, os líderes europeus se comprometeram a entregar a Atenas uma nova ajuda de 109 bilhões de euros, enquanto o setor privado iria realizar uma contribuição de 50 bilhões de euros, baseando-se em uma redução de 21% da dívida grega.
Diante dos maus presságios, crescem os chamados para injetar capital nos bancos, sobretudo os que acumularam bônus gregos, como os franceses, e evitar um colapso financeiro.
"Não podemos deixar os bancos de lado", disse a Comissão Europeia.
A UE prevê aumentar a 9% o capital estrutural mínimo básico dos bancos, embora até agora não tenha tornado o número oficial.
A repentina crise do banco franco-belga Dexia, que superou com excelência as provas de resistência em julho, reavivou as dúvidas sobre a solvência real das entidades europeias.
Mas as entidades bancárias mais poderosas rejeitam a proposta de recapitalizar os bancos. O presidente do banco espanhol Santander, Emilio Botín, criticou o plano porque "não servirá para recuperar a confiança".
Ainda há muitos pontos a ser resolvidos, como quanto capital é necessário e quem deve se responsabilizar por proporcioná-lo.
Pelo menos agora a União Europeia pode contar com o fundo de resgate europeu, depois que os 17 países da Eurozona aprovaram o aumento de seus poderes, dando a ele uma capacidade de empréstimo de 440 bilhões de euros.
Os líderes europeus preveem maximizar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) para elevar sua capacidade para até dois bilhões de euros, a fim de contar com o capital necessário em caso de ter que resgatar Itália e Espanha, terceira e quarta economia europeias.
Os países da UE concordam que mais integração é a chave para combater a crise da dívida, mas divergem sobre o preço que deverão pagar para alcançar mais unidade política e fiscal.
França e Alemanha propuseram um "verdadeiro governo econômico" presidido pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que se reunirá ao menos duas vezes por ano.
Também está na agenda o plano de reforçar a disciplina fiscal com um "super comissário" ou "Mister austeridade", que poderia zelar pela aplicação de multas contra os Estados membros da Eurozona que violam o Pacto de Estabilidade.
Até o momento, não se fala sobre modificar os tratados.
O mundo e os mercados estão apreensivos à espera de resultados. Mas a Alemanha, maior contribuinte europeia, já advertiu que a cúpula não fornecerá uma solução definitiva para a crise.
Como resposta, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, afirmou nesta quarta-feira: "Estamos em um momento crucial para o futuro do euro e da Europa". "Esperamos uma resposta vigorosa para dar garantias a todos os países", disse.

Anti-sionistas judeus ortodoxos brutalmente atacada perto Regavim Kibbutz, Holy Land 17 abr 2005



Anti-sionistas judeus ortodoxos protestam contra a profanação de sepulturas por um projeto de construção de estrada perto de Haifa foram atacado e brutalmente espancado por seguranças particulares contratados pelo Ministério dos Transportes.
O grupo, conhecido por ser abertamente crítico do Estado de Israel e sua própria existência foram pacificamente demonstrar, no momento. Este ataque segue uma longa história de violência contra a comunidade judaica ortodoxa.
Consistente com fundamentais crenças judaicas, alguns desses manifestantes, muitas vezes participar em manifestações, lado a lado com os palestinos, contra o Estado de Israel e suas políticas desumanas contra o povo palestino. "A estratégia aparente do uso da violência organizada através de pessoal de segurança privada contra esses manifestantes pacíficos é apenas uma das muitas táticas utilizadas pelo Estado de Israel para intimidar e desencorajar novos protestos. A polícia estava longe de ser encontrada no momento ou até mesmo horas após o corpo a corpo. Rabinos Vários e crianças foram atacados com dispositivos elétricos arma de choque e facas, exigindo algum de ser hospitalizado.
Entre os feridos estavam o rabino Leibl Deutsch e Rabi Yisrael Rothchild, tanto de Jerusalém que foram esfaqueados na região lombar e na perna, respectivamente. O cemitério judeu no coração do incidente remonta à época do Segundo Templo, mais de 2000 anos ago.Some das cavernas que compõem o cemitério foram destruídas como resultado do trabalho da estrada em andamento e há temores de mais elevado de profanação ainda como o projeto da estrada continua.



Irã adverte EUA para qualquer 'confronto'

Conteúdo relacionado



Ali Akbar Salehi alertou os EUA em caso de aumento das tensõesO ministro iraniano das Relações Exteriores, Ali Akbar Salehi, advertiu nesta quarta-feira os Estados Unidos para qualquer tentativa de "confronto" com o Irã no caso do suposto complô iraniano contra o embaixador saudita em Washington.
"Não queremos o enfrentamento, mas se os (Estados Unidos) nos impuserem, as consequências serão mais duras para eles" do que para o Irã, declarou Salehi, citado pela agência Isna, após um conselho de ministros.
Os Estados Unidos anunciou na terça-feira que havia acusado dois cidadãos iranianos de terem armado um plano para assassinar o embaixador saudita em um complô "concebido, organizado e dirigido" pelo Irã, e advertiu o Irã, que terá consequências.
Teerã rejeitou novamente as afirmações americanas, ao lembrar que os Estados Unidos fizeram "muitas acusações idênticas" desde a Revolução Islâmica de 1979.
"Por exemplo, no caso Lockerbie, acusaram de antemão o Irã várias vezes antes de indicar que tinham se equivocado", disse o ministro em referência ao atentado contra um Boeing da Panam (270 mortos em dezembro de 1988) organizado pela Líbia e durante muito tempo atribuído ao Irã.
Salehi criticou a "encenação dramática" feita pelas autoridades americanas e pela imprensa sobre a revelação do suposto comando iraniano, acusando-o de ter "apresentado as coisas como se tivesse havido uma explosão nuclear".
A chefe da diplomacia americana, Hillary Clinton, anunciou que Washington enviará com seus aliados "uma mensagem forte ao Irã e vai isolar ainda mais o país na comunidade internacional".
O Irã rejeitou as acusações americanas, acusando os Estados Unidos de ter armado o caso.

Troca entre Israel e Hamas não inclui presos palestinos mais conhecidos

Jerusalém, 12 out (EFE).- A troca que Israel acordou com o movimento islamita Hamas não inclui os dois presos palestinos mais famosos, Marwan Barghouti e Ahmed Saadat, assegura nesta quarta-feira o diário israelense "Yedioth Ahronoth".
"Na prisão ficarão Barghouti, Saadat e o chefe do Hamas na Cisjordânia (Abbas Sayed), que planejou o atentado no Hotel Park", indica o diário.
O carismático Barghouti, ex-secretário-geral do Fatah na Cisjordânia, foi condenado em 2004 por Israel a cinco cadeias perpétuas pelo assassinato de cinco israelenses, e por liderar as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa.
Saadat, o líder da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), foi condenado pelo assassinato em 2001 do então ministro de Turismo israelense, Rehavam Zeevi, em um hotel de Jerusalém.
Na noite desta terça-feira, a emissora de televisão "Al-Aqsa" informou que os dois estavam entre os mil palestinos que Israel deixará em liberdade nos próximos dias em troca do soldado Gilad Shalit, detido na Faixa de Gaza desde 25 de junho de 2006.
Segundo o diário, também não será libertado nesta troca Abbas Sayed, que cumpre 31 penas de cadeia perpétua pelo mais sangrento atentado da Intifada de Al-Aqsa, perpetrado em 2002 contra o Hotel Park da cidade de Netânia durante o tradicional jantar da festa do Pesah, no qual morreram 30 pessoas.
O acordo de troca, com o intermédio de Egito e Alemanha, foi alcançado entre a última quinta-feira e ontem, e a imprensa israelense aguarda o retorno de Shalit e a libertação dos palestinos para a próxima terça ou quarta-feira, na melhor das hipóteses.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, assegurou ontem em declarações públicas que uma de suas pautas nas negociações foi "não libertar arquiterroristas", ou seja, os palestinos envolvidos nos atentados mais sangrentos.
Por isso, assegura o "Yedioth Ahronoth", também não sairão da prisão Ibrahim Hamed, chefe do braço armado do Hamas na Cisjordânia e que ainda não foi julgado, nem Abdallah Barghouti, responsável pelo atentado em 2001 contra um restaurante em Jerusalém e que cumpre 67 penas de cadeia perpétua. EFE

Irã rechaça suposta conspiração contra diplomata

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi, rejeitou nesta quarta-feira as acusações dos EUA de que Teerã houvesse tramado para assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington.

"A América lançou um cenário pernicioso. Mas estejam certos, eles se desculparão no futuro", afirmou Salehi a repórteres após uma reunião do gabinete, segundo o canal de notícias iraniano Alalam.
Vários membros do governo e parlamentares rechaçaram que o Irã estivesse realizando um plano do tipo. Segundo eles, a acusação busca tirar a atenção de problemas dos EUA no front interno e no Oriente Médio. Segundo Salehi, as relações iranianas com a Arábia Saudita são "boas".
Autoridades dos EUA disseram na terça-feira que dois iranianos - um deles também cidadão norte-americano - faziam parte de um plano "concebido, financiado e dirigido pelo Irã - para matar o embaixador saudita Adel al-Jubeir, em um ataque com uma bomba. As informações são da Dow Jones.

Junta Militar egípcia nega disparos do Exército contra cristãos

Cairo, 12 out (EFE).- A Junta Militar que governa o Egito negou nesta quarta-feira que o Exército tenha atirado contra os manifestantes coptas (cristãos egípcios) durante os distúrbios de domingo passado no Cairo, que deixaram pelo menos 25 mortos.
"Se o Exército tivesse utilizado armas de fogo, as consequências teriam sido desastrosas", afirmou durante entrevista coletiva o porta-voz do Conselho Superior das Forças Armadas, general Adel Emara.
O porta-voz desmentiu de forma taxativa que veículos conduzidos por militares tenham atropelado civis, como denunciaram testemunhas e feridos nos distúrbios, e afirmou que "se isso aconteceu, os responsáveis foram outros".
"Primeiro os manifestantes atacaram os tanques com pedras e depois um civil entrou em um carro para conduzi-lo e passou por cima de veículos e pessoas", acrescentou.
Durante a entrevista coletiva, os militares mostraram vídeos com o objetivo de designar a responsabilidade pela violência a alguns elementos entre os manifestantes.
Emara afirmou que os soldados presentes no edifício da emissora de rádio e televisão egípcia não estavam armados. O porta-voz defendeu que os militares tentaram evitar o confronto com os civis, e por isso retiraram alguns carros blindados do local.
Em uma entrevista cheia de tensão, Emara também acusou certas "personalidades egípcias", sem especificar quais, de incitar à violência para "justificar um pedido de intromissão estrangeira".
Além disso, o general confirmou que foram registrados mortos entre os militares, mas o número de vítimas não foi divulgado para não prejudicar a imagem das Forças Armadas. EFE

Soldados leais a Gaddafi se concentram em dois locais em Sirte

Soldados leais a Gaddafi se concentram em dois locais em SirteSIRTE (Reuters) - Combatentes leais ao líder líbio deposto Muammar Gaddafi estão agora restritos em apenas dois pequenos locais na cidade de Sirte nesta quarta-feira, disseram comandantes do governo após avanços durante a noite.
Soldados voluntários do exército do governo interino líbio caminharam lentamente pelas ruas cheias de caixas de munição vazias, onde um dia antes foram registradas ferozes batalhas. Outros combatentes procuravam pelas casas parcialmente destruídas, com alguns civis surgindo dos porões.
"Mais de 80 por cento de Sirte está sob o nosso controle", disse o comandante de campo do Conselho Nacional de Transição Mustah Hamza.
Bandeiras verdes, símbolos dos 42 anos de Gaddafi no poder, ainda estavam hasteadas em muitos edifícios, mas tudo parecia tranquilo.
Combatentes do Conselho Nacional de Transição manobravam um tanque por uma pequena rua inundada com esgoto de um cano estourado. O tanque disparou algumas vezes contra um grande prédio à sua frente, e depois soldados de infantaria disparavam tiros dos seus AK-47 enquanto avançavam pela rua.
No começo, havia pouca reação do lado pró-Gaddafi. Entretanto, os combatentes do governo sofreram uma emboscada.
O Conselho Nacional de Transição disse que somente vai iniciar o processo de reconstrução a Líbia como uma democracia após a tomada da Sirte, uma ex-vila de pescadores transformada por Gaddafi em um exemplo para o seu governo com salas de conferência e hoteis luxuosos.
(Reportagem de Rania El Gamal e Tim Gaynor)

Pelo menos 19 mortos em ataques contra a polícia em Bagdá

Forças especiais de segurança tomam posição após os atentadosUma série de ataques, principalmente contra a polícia em Bagdá, causou nesta quarta-feira a morte de pelo menos 19 pessoas e deixou várias dezenas de feridos, suscitando o temor de um aumento da instabilidade no país antes da retirada das tropas americanas.
Os dois ataques mais violentos foram cometidos por terroristas suicidas que nesta quarta de manhã detonaram as cargas explosivas em seus veículos contra delegacias de polícia de Bagdá, indicaram fontes ministeriais.
As duas explosões foram registradas por volta das 08h30 (02h30 de Brasília) com poucos minutos de intervalo nos bairros de Hurriya, no norte, e de Alawiya, no centro da capital, indicaram funcionários dos ministérios da Defesa e do Interior.
Segundo uma fonte do Ministério da Defesa, o registro é de 15 mortos e 42 feridos. Um porta-voz do Ministério do Interior disse que havia 17 mortos e 48 feridos, entre eles 13 mortos e 25 feridos em Alawiya e quatro mortos e 23 feridos em Hurriya.
Estes estão entre os ataques mais violentos na capital desde o atentado cometido contra uma mesquita no dia 28 de agosto, que deixou 28 mortos.
Em Hurriya, a deflagração causou grandes danos no prédio da polícia e em uma escola próxima, deixando na calçada um buraco de quatro metros de largura e dois de profundidade, constatou a AFP.
A explosão de outro veículo carregado de explosivos no bairro de Al-Alam, no sudoeste de Bagdá, deixou três mortos e 11 feridos, entre eles alguns policiais, indicaram as mesmas fontes. O ataque foi praticado contra um comboio do Exército iraquiano no qual viajava um general.
Uma fonte do hospital Al-Yarmuk de Bagdá indicou ter recebido seis feridos de Al-Alam, entre eles um oficial da polícia.
Um quarto carro-bomba, também no bairro de Hurriya, matou um civil e feriu 12 pessoas, entre elas um alto oficial do Exército iraquiano, nove seguranças e dois civis.
"Estes ataques são um desafio ao Iraque e ao processo político, já que os terroristas querem mostrar que permanecem aqui no momento em que as tropas americanas saem", disse Mohammed al-Rubaie.
Rubaie disse estar seguro de que existe "um apoio estrangeiro (a estes ataques) e que há países que não querem o êxito do Iraque".
Estes ataques ocorrem depois de uma redução da violência nos últimos meses, em um contexto de instabilidade devido à incerteza que paira sobre o futuro das tropas americanas no país.
Em virtude de um acordo assinado com as autoridades em 2008, os Estados Unidos devem retirar suas tropas até o final do ano, mas Washington tenta obter a manutenção de um contingente limitado de instrutores militares depois dessa data.

Fatah e Hamas se reúnem no Cairo para tentar reconciliação

Ramala, 12 out (EFE).- Representantes do Fatah e do Hamas se reunirão nesta quarta-feira no Cairo para avançar na reconciliação e debater sobre a libertação de mais de mil presos palestinos em troca da liberdade do soldado israelense Gilad Shalit.
Azam al-Ahmad, membro do Comitê Central da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), afirmou que se encontrará esta noite na capital egípcia com o líder do escritório político do Hamas, Khaled Meshaal, e com seu braço direito, Moussa Abu Marzuk, informou a agência de notícias palestina "Wafa".
A reunião foi incentivada pelas autoridades do Cairo. De acordo com al-Ahmad o encontro estava previsto para acontecer há poucos dias, mas foi adiado devido a diferenças entre as duas facções.
A expectativa é de que o Hamas dê detalhes à delegação do Fatah sobre a troca de presos estipulada com Israel. Os grupos também devem falar sobre a implementação do pacto de reconciliação assinado em maio, que previa a formação de um Governo de união nacional e a realização de eleições gerais em Gaza e Cisjordânia dentro de um ano.
Hamas e Fatah se enfrentam desde junho de 2007, quando os islamitas tomaram o controle da Faixa de Gaza após expulsar do território forças fiéis ao Governo da ANP (Autoridade Nacional Palestina, liderada pelo Fatah), e um ano após o Hamas ganhar maioria absoluta nas eleições gerais palestinas.
Entretanto, após o acordo ter sido firmado não foram registrados avanços significativos no processo de reconciliação.
O escritório de al-Ahmad em Ramala confirmou à Agência Efe que o encontro com a liderança islamita acontecerá no Cairo nos próximos dias, mas não divulgou a data exata e não confirmou se Meshaal participará da conversa. EFE

Coptas exigem renúncia de governo egípcio após morte de manifestantes

Cairo, 12 out (EFE).- Representantes da comunidade cristã copta no Egito reprovaram nesta quarta-feira a atuação das autoridades na crise provocada pelos distúrbios de domingo, que causaram a morte de manifestantes coptas, e exigiram a renúncia do governo.
Em entrevista coletiva, o presidente da Organização Geral dos Coptas no Egito, Sherif Doss, acusou o Executivo liderado por Essam Sharaf de "ser incapaz de controlar os últimos acontecimentos no país", perdendo a confiança de sua comunidade.
Doss lamentou as frustradas tentativas das associações cristãs de se reunirem com o Conselho de Ministros desde a queda do regime de Hosni Mubarak em 11 de fevereiro.
"Queremos mostrar claramente nossos problemas ao governo, que até o momento não cumpriu suas promessas com seriedade", manifestou o chefe da organização dos coptas egípcios, que representam um décimo da população do país e que são membros de uma das igrejas mais antigas do Oriente.
Na terça-feira, o vice-primeiro-ministro Hazem Beblawi apresentou sua renúncia à Junta Militar que governa o país desde a queda de Mubarak, que se recusou a aceitá-la em um momento crítico para a transição democrática.
Insatisfeito com esta resposta, Doss insistiu em reivindicar responsabilidades políticas pelos incidentes do último domingo no centro do Cairo, onde morreram pelo menos 25 pessoas em consequência dos conflitos entre os manifestantes e o Exército.
O presidente da Organização Geral dos Coptas também pediu aos responsáveis da televisão e da rádio estatais que se responsabilizem pela cobertura dos fatos, já que "suas declarações não têm credibilidade por não corresponderem à realidade, além de deixarem o Egito a um passo de uma guerra civil e sectária".
Na noite dos confrontos, a imprensa culpou os manifestantes de usarem a violência contra as forças da ordem, apesar de ter tentado amenizar a mensagem posteriormente.
Entre suas reivindicações, a Organização Geral dos Coptas destacou a necessidade de reforçar a segurança das igrejas e das instituições coptas em todo o país, principalmente às vésperas das próximas eleições, que serão realizadas a partir de 28 de novembro.
A organização copta também pediu que seja investigado o governador da província de Assuã, onde o recente incêndio de uma igreja provocou o descontentamento popular e motivou o protesto na capital.
Na conferência, também estiveram presentes líderes políticos de tendência liberal, como o magnata Naguib Sawiris, fundador do Partido dos Egípcios Livres, que criticou a violência usada para reprimir os manifestantes, ao contrário de outros protestos pacíficos no país.
"Estamos diante de um verdadeiro dilema porque a situação no Egito é muito delicada e as Forças Armadas devem assumir sua responsabilidade", indicou Sawiris. EFE

Policia Federal acata denuncia contra site UOL Gay

Foto/Imagem Policia Federal acata denuncia contra site UOL Gay Noticia BrasilA Corregedoria-Geral da Polícia Federal entregou, em mãos, na manhã de hoje (09.10), no gabinete do Deputado Pr. Marco Feliciano, em Brasília, o Ofício nº 1543/2011 – COGER/DPF, comunicando que acatou e deu andamento à denúncia feita pelo parlamentar no dia 14 de setembro último, sobre publicação de caráter pornográfico, exibido através da internet, no “site” da UOL.
Texto extraído da resposta recebida pelo Deputado: -“Em referência ao seu Ofício nº 0432/2011-PMF, informo que o expediente foi encaminhado para as providências cabíveis, por meio de nosso Ofício nº 1544/2011-COGER/DPF”.
Em sua denúncia, o Deputado Federal que também é Pastor Evangélico, comunicou à Polícia Federal que, após receber várias mensagens em seu email institucional da Câmara dos Deputados, acessou o “site” da UOL e constatou pessoalmente, tratar-se de publicidade de conteúde “gay”, com imagens de nu explícito (homens), em posições de sensualidade evidente. Estas imagens foram impressas e anexadas ao processo.
O parlamentar solicitou também, à Câmara dos Deputados, que fosse disponibilizado um “filtro”, em toda o sistema informatizado da Casa, que impeça a abertura de “sites” com este tipo de conteúdo.
Assessoria de Imprensa do Deputado Pr. Marco Feliciano
Brasília-DF, 09.10.2011

Evangélicos Maçons se reúnem no Rio de Janeiro | Noticia Religião | Midia Gospel

Evangélicos Maçons se reúnem no Rio de Janeiro | Noticia Religião | Midia Gospel

Manuscritos do Mar Morto Online

Foto/Imagem Manuscritos do Mar Morto Online Noticia Religião
O Museu de Israel e o Google têm colaborado para compartilhar os mais antigos manuscritos bíblicos com o mundo.
Os 20 Manuscritos do Mar Morto, determinados a terem 2.000 anos, foram escritos em pergaminhos e papel de papiro que os torna suscetíveis à deterioração. Eles são conhecidos por serem muito sensíveis à luz, devido à sua fragilidade como pele de cebola.
Os pergaminhos foram encontrados nas cavernas de Qumran Khirbet Nordeste do Mar Morto, supostamente às vésperas da destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 dC.
Originalmente em fragmentos, os estudiosos foram capazes de reconstruir os textos para visualização, produzindo 850 manuscritos.
Os pergaminhos têm permanecido em exibição no Museu de Israel desde 1966, as páginas e várias passagens enrolados para evitar a exposição em excesso.
O Museu de Israel já fez os pergaminhos digitais. A web site principal do museu contém um link do “Google” que leva os espectadores para a página do “pergaminho do Mar Morto digital”.
Lá, descrições de cada rolagem são fornecidas, juntamente com comentários selecionados e vídeos.
Os sete primeiros pergaminhos são fornecidos online, incluindo o O Grande Pergaminho de Isaías, que é o maior manuscrito e mais antigo da Bíblia na terra.
Outros pergaminhos digitalizados incluem o Manuscrito de Guerra, Comentários ao Manuscrito de Habacuque, e o Manuscrito do Templo da Comunidade dos Manuscritos.
A fotografia de alta resolução, com recursos como ampliação, permite que os espectadores vejam os escritos mais facilmente do que poderiam no museu, que normalmente é lotado de visitantes.
Os espectadores podem também procurar por versículo e capítulo, que são destacados para tornar o texto lotado mais gerenciável.
“[O aplicativo do Google] permite que você visualize a partir de casa, assim você pode começar a compreender e apreciar as pedras de toque da cultura ocidental moderna monoteísta”, disse James H. Snyder, Anne e Jerome Fisher, Diretor do Museu de Israel.
Os pergaminhos também podem ser traduzidos do hebraico para o Inglês, ou telespectadores podem enviar suas próprias traduções em diferentes línguas.
“A missão da Google é organizar a informação mundial e torná-la facilmente acessível e útil”, disse o professor Yossi Matias, Chefe de Israel Centro de P&D para o Google.
“[As versões digitais] Fazem de você um leitor ativo. Você tem a chance de descobrir por que esses manuscritos se tornaram a maior descoberta arqueológica do século 20″, disse Adolfo D. Roitman, a Lizbeth e George Krupp, curador dos Manuscristos do Mar Morto, Museu de Israel.
O projeto, lançado em janeiro, serve como um movimento político interessante para o Google.
Israel não foi capaz de granjear a aprovação pública muito mais com suas ações recentes, incluindo a tensa relação de Arab Spring e a Mahonoud Abbas com Barack Obama.
Isto, junto com a tentativa da Palestina para a Aprovação do Estado das Nações Unidas, tem deixado Israel cada vez mais isolado nos últimos meses.
“Os Manuscritos do Mar Morto nos dá uma nova perspectiva sobre a vida antiga, da sociedade e do pensamento. Eles promovem o diálogo inter-religioso e um entendimento entre todos os seres humanos”, disse Roitman.
O Manuscritos do Mar Morto reais e tangíveis estarão em exposição na Times Square, no início de Outubro.
Fonte: The Christian Post

Deus quer que os EUA liderem o mundo, diz candidato americano

Foto/Imagem Deus quer que os EUA liderem o mundo, diz candidato americano Noticia MundoPré-candidato republicano à eleição presidencial de 2012 nos Estados Unidos, Mitt Romney, declarou nesta sexta-feira que Deus criou os Estados Unidos para que o país lidere o mundo.

Segundo Rommey, Deus não teria criado os Estados Unidos para ser uma nação de seguidores. Para ele, o país deve conduzir o mundo, ou outras nações poderão fazê-lo.
"Deus não criou este país para que fosse uma nação de seguidores. Os Estados Unidos não estão destinados a ser um dos vários poderes globais em equilíbrio", disse Romney em seu discurso.
As afirmações foram ditas em discurso em sua campanha sobre política externa. O pré-candidato delineou os principais pontos de sua política externa e as medidas que tomaria nos primeiros 100 dias de governo.
Rommey, em seu discurso, afirmou que "nunca, jamais, pedirei perdão em nome dos Estados Unidos". Os republicanos consideram os esforços de Obama para melhorar a imagem dos Estados Unidos fora do país como um "tour de desculpas" e acusam seu governo de enfraquecer o papel do país.
Ele ainda acusou o presidente democrata BarackObama de enfraquecer voluntariamente o país.
Segundo relatos da mídia, o pré-candidato quer fortalecer suas credenciais como potencial comandante-em-chefe das Forças Armadas.
No momento as pesquisas o colocam em primeiro lugar nas intenções de voto entre os pré-candidatos republicanos e em forte disputa com Obama para a eleição de novembro de 2012.
Fonte: The Christian Post

Israel para por 24 horas para celebrar o Yom Kippur

Jerusalém, 6 out (EFE).- Israel se paralisará durante 24 horas a partir do entardecer desta sexta-feira, por ocasião da celebração do Yom Kippur (Dia do Perdão), a data mais sagrada do calendário hebreu e na qual os mais fervorosos jejuam e oram em introspecção durante longas horas.
"Para mim, o Yom Kippur é o dia mais importante do ano, um dia de amor no qual me sinto mais conectada com Deus, e para o qual me preparo meses antes", disse à Agência Efe Dalia Gross, uma professora de 30 anos de Jerusalém.
"É um dia de silêncio no qual pode olhar dentro de si mesmo e ver o que é realmente importante na vida", acrescentou.
O Yom Kippur segue os "Dez Dias de Arrependimento", que começam com a celebração do Ano Novo judaico (Rosh Hashaná) e é o mais solene para os judeus.
Ao anoitecer de sexta-feira e até que se vejam as três primeiras estrelas na noite do sábado, Israel se fechará e o silêncio se imporá nas ruas de quase todo o país.
A tradição judia assinala esta data como o dia do julgamento divino, no qual Deus sela o "livro da vida".
Por esta razão, nos últimos dias os judeus trocam saudações e felicitações que incluem a bênção de "Guemar Chatimá tová", ou seja, que "Que sejas inscrito" no livro da vida.
As sinagogas concentrarão seus serviços em emocionantes orações de penitência e leituras especiais das escrituras sagradas, que serão finalizadas ao som do "shofar", instrumento de sopro bíblico elaborado com um chifre oco de carneiro.
Uma das preces mais solenes do dia é a de "Kol Nidré" (Todos os votos, em aramaico), na qual os judeus pedem que Deus anule todas as promessas descumpridas no último ano.
As orações e a liturgia deste dia estão estritamente ligadas à passagem dos judeus pela Espanha Medieval, e as duas principais - o "Kol Nidré" que abre a jornada e a "Neilá", que fecha - foram obra de autores sefarditas, judeus originários da Península Ibérica.
O Yom Kippur, décimo dia do mês de Tishrei, era, além disso, o único do ano no qual o Sumo Sacerdote entrava no sancta sanctorum do bíblico Templo de Jerusalém e pronunciava o nome do inefável - Yavé, deus dos hebreus - perante milhares de israelitas ajoelhados.
Para ajudar à introspecção e sublimação espiritual exigida nesse dia, todas as cadeias de televisão e de rádio suspendem suas transmissões, os jornais não circulam e o aeroporto é fechado.
A paralisação brusca afeta também a internet, onde a maioria dos sites de notícias deixa de ser atualizada durante 24 horas.
Também não estarão abertas as fronteiras, inclusive a maior parte dos acessos aos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia e de Gaza, nos quais se poderá entrar e sair apenas em caso de emergência.
Os judeus praticantes não devem beber nem comer durante o Yom Kippur, não utilizar aparelhos elétricos, cozinhar, realizar nenhum esforço físico, usar calçados ou acessórios de couro, utilizar cosméticos, lavar-se, nem manter relações sexuais.
Laicos e tradicionalistas respeitam o silêncio do também denominado "Sábado dos Sábados" com uma paralisação comercial em todas as regiões judias de Israel, e os locais de lazer e centros de trabalho públicos e privados permanecem fechados.
Funcionam apenas os serviços de emergência e segurança, que costumam estar em alerta máximo, e as ruas se esvaziam de carros e ficam desertas, tornando-se o lugar perfeito para que os menos religiosos as desfrutem com uma liberdade sem limites.
Quase tão habitual como ir à sinagoga para os religiosos, é para os não praticantes tomar as vias públicas com bicicletas, skates ou a pé.
Nos dias prévios, é tradicional celebrar o ritual das expiações ou "Kaparot", nas quais aves são sacrificadas como símbolo da redenção do indivíduo.
Milhares de galos e galinhas foram degolados nesta semana em Israel como sinal de expiação individual e para lembrar aos crentes que, a qualquer momento, Deus pode tirar-lhes a vida como compensação por seus pecados.
"Eu sou vegetariano", respondeu com humor Yoel ao ser perguntado sobre este costume, que nos últimos anos encontra forte oposição dos grupos de defesa de animais.
Yoel pertence a uma corrente messiânica que vê no Yom Kippur não um dia de juízos e castigos, mas de "fusão e regozijo com Deus".
"Tudo se detém ao nosso redor para meditarmos, mas o realizamos com regozijo e prazer, e sempre com a mente posta na união com Deus", finalizou, explicando as razões pelas quais não respeita o tradicional jejum, seguido por mais de 70% da população judaica de Israel segundo enquetes de anos anteriores.

EFE

Será que é o Anticristo?!

CLICK agora ENTRAR