Uso de armas químicas colocou a população em “estado de alerta”.
Tecnicamente, Israel continua em guerra com a Síria, desde o conflito pelas Colinas de Golan, que Israel retomou na guerra de 1967. O governo israelense tem acompanhado de perto, mas evitado qualquer envolvimento nos conflitos internos no Oriente Médio nos últimos dois anos, em especial dos vizinhos árabes Egito e Síria. Oficialmente, 1300 civis morreram em consequência do uso de armas químicas após ataque em Damasco.
Em maio, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou um grande investimento para equipar toda a população de Israel com máscara de gás. No entanto, houve um déficit de material devido a problemas no orçamento. Com o rumor de intervenção militar da ONU no país, o presidente Assad advertiu sobre as “graves repercussões” que teria para a região qualquer ação estrangeira no país.

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